segunda-feira, 2 de julho de 2012

Microrrevoluções.

Quem disse que para mudar o mundo são necessárias marchas, armas e seios? Os jovens atuais não precisam de martires que tragam a 'Grande Revolução'. A ideia de uma grande revolução, de caras pintadas nas ruas, rainhas guilhotinadas são sonhos de gerações anteriores.


As verdadeiras revoluções que transformam o mundo de maneira efetiva acontencem silenciosas, lentas e gradualmente. São feitas por pessoas reais que através de atitudes influenciam outras pessoas a construir uma sociedade melhor. De acordo com a pesquisa realizada pela Box1824,  o Sonho Brasileiro, essas pessoas são chamadas de "Jovens-Ponte", nascidos na transição do análogico para o digital sempre hiperconectados e vivendo numa rede de possibilidades e compartilhamento de informações.

As microrrevoluções, na maioria das vezes, são colaborativas. Ninguém quer ser o heroi solitário, não tem graça não ter com quem partilhar as ideias, tarefas e conflitar conceitos. É a era do multivíduo.

"Pense grande, comece pequeno, aja rápido"

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